quinta-feira, 13 de março de 2014
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Personalidades do Concelho da Feira relevantes na 1ª República
Ângelo de Sá Couto
da Cunha Sampaio Maia
Ângelo de Sá Couto da Cunha Sampaio
Maia nasceu a 21 de Maio de 1886 na Quinta da Portela de Baixo em Paços de
Brandão. Era filho de Emília Augusta de Sá Couto Moreira e de Augusto da Cunha
Sampaio Maia, 1º conde de S. João de Ver. Este foi médico de renome, monárquico
convicto, presidente da Câmara da Feira e fundador do Hospital de Oleiros.
Ângelo de Sá Couto da Cunha Sampaio
Maia, bacharel em Direito pela Universidade de Coimbra, foi nomeado em 1911
Sub-Delegado do Procurador Geral da República no 2º Juízo de Investigação
Criminal e na 4ª Vara Cível de Lisboa até ao seu concurso para Magistratura.
Na capital exerceu advocacia até
1929, desempenhou o cargo de Governador Civil do Distrito de Aveiro em 1919 e
até 1926 o de Deputado da Nação. Foi Presidente da Câmara Municipal de Lisboa,
e Ministro do Trabalho entre 1925 e o golpe militar de 28 de Maio de 1926.
Assinou o decreto das oito horas diárias de trabalho.
Ficou conhecido como o Ministro das
40 horas, pois foi enquanto Ministro do Trabalho que assinou o Decreto que
regulamentou em Portugal as 40 horas de trabalho por semana.
Cândido de Pinho
O 2º Reitor da Universidade do Porto
nasceu em Fornos, Santa Maria da Feira, a 9 de Maio de 1853. Estudante da
Escola Médico-Cirúrgica do Porto, concluiu o curso com louvor em 1877.
Após a criação da Universidade do
Porto, em 1911, assumiu as funções de Vice-Reitor para, em 1918, suceder a
Francisco Gomes Teixeira como reitor da Universidade do Porto. Exerceu também o
cargo de Director da Faculdade de Medicina, resultante da transformação da
Escola Médico-Cirúrgica do Porto.
Foi durante o mandato de Cândido de
Pinho, na Reitoria, que se deu uma importante reforma do ensino superior
liderada por Alfredo Mendes de Magalhães, da qual resultou a publicação do
Estatuto Universitário. Entre outras coisas, descrevia a clarificação das
funções das universidades (ensino profissional, investigação científica e
difusão da alta cultura) e a dependência das universidades face ao Estado,
salvaguardando-se contudo a autonomia governativa das Faculdades e Escolas. O
assassinato de Sidónio Pais - em Dezembro de 1918 - acabaria por precipitar a
saída do Reitor em 1919, ano da sua morte.
Além da carreira académica, Cândido
de Pinho foi também Vice-presidente da Câmara Municipal do Porto.
Francisco Alvim Ferraz de Sousa
Tavares, nº 12, 6º A
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
O Francisco, do 6ºA, fez um muito interessante trabalho de pesquisa sobre a história dos correios na sua localidade: Santa Maria da Feira. Para tal, entrevistou familiares seus, que lhe forneceram informações curiosas sobre este importante meio de comunicação.
O correio contado por quem assistiu ao seu início...
A primeira estação de correios da Vila da Feira
Resolvi
entrevistar um familiar próximo, cuja mãe e avó desenvolveram atividades
ligadas aos correios, desde final do Séc. XIX até meados do Séc. XX, aqui em Santa Maria da Feira
(à data, Vila da Feira). Dessa entrevista fiquei com algumas informações
fantásticas que vou partilhar.
O
sonho e a necessidade das pessoas em comunicarem entre si são muito antigos.
Ainda
hoje, podemos assistir nos filmes de índios e cowboys, a comunicação que faziam,
utilizando sinais de fumo.
Com
o aparecimento da escola, aumentou substancialmente o número de pessoas a saber
escrever. Nasceu mais uma necessidade: o das pessoas comunicar entre si por
intermédio da escrita. Surgiu então a carta escrita dirigida a familiares e
amigos, estivessem onde estivessem. Mas não bastava escrever a carta. Como
fazer para ela chegar ao destinatário? Como pagar esse serviço?
Foi
assim que, em 1859, foi criada por vontade Régia (Ministro Fontes Pereira de
Melo) uma “diligência” (carruagem puxada por 4/6 possantes cavalos) que fazia o
transporte de pessoas e das “cartas” entre Lisboa e Porto. Este trajeto
demorava 34 horas! Neste percurso existia 23 mudas de cavalos, e para tal foram
criados 23 edifícios compostos por estábulos para os cavalos, dois ou três
quartos para descanso dos viajantes e local onde eram servidas refeições,
geralmente compostas por sopa e pão.
Neste
local, os cavalos eram mudados (os cansados da viagem por cavalos frescos), e
nestas mudas era largada a correspondência destinada àquela enorme área
geográfica. Daí estas primeiras estações terem o nome de Malapostas
(Mala-postas).
Assim,
à Vila da Feira de então foi atribuída uma Malaposta, criada junto à Estrada
Romana, também denominada Estrada Real, e mais tarde junto da estrada que
ligava Porto-Lisboa, também chamada Estrada Nacional nº1.
A
colocação deste equipamento, para a época, inovador, veio mais tarde a dar o
nome ao lo
cal, que assim se passou a chamar lugar da Malaposta-Sanfins-Vila da
Feira.
O
familiar que entrevistei contou-me:
“A
minha avó, durante anos e anos, ia à Malaposta buscar o correio que se
destinava a todo o norte do nosso Concelho e levava-o numa canastra para
entregar nas freguesias. Era uma autêntica epopeia, pois os caminhos eram
fracos, e pontes, poucas ou nenhumas. O sacrifício era enorme para estas recoveiras.
Segundo ela me contou, levava o correio desde a Malaposta até à freguesia de
Canedo (quase 20Km) a pé, mal alimentada e sem meios de comunicação. Chegada
ali, o correio, já dividido em pacotes, era entregue ao Padre ou ao Professor,
ou não fossem eles as únicas ou quase únicas pessoas a saberem ler. Contava-me
ela que o Padre, nas escadas da Igreja, lia o nome e fazia a chamada a entrega
da carta. Muitas vezes era-lhe solicitado que a lesse...o que ele fazia na
frente das pessoas presentes”.
No
início do Séc. XX, as diligências deram lugar ao transporte ferroviário,
passando os comboios a desempenhar um papel importante nas comunicações, no
transporte de passageiros, mercadorias e do próprio correio, sendo muito mais
rápido que o cavalo. Assim, foram adicionadas aos comboios as chamadas
“ambulâncias postais”, carruagens nas quais trabalhavam várias pessoas que
tinham a função de distribuir “as cartas” pelas localidades. Estas cartas eram
entregues nas estações onde parava o comboio.
É
nesta fase que entra a mãe do meu familiar na função de recoveira. Tinha ela
como missão transportar os sacos do correio desde a estação dos CTT (Correios Telégrafos
e Telefones) até à estação do caminho de ferro (então, Vale do Vouga) para aí
serem introduzidos nas citadas “ambulâncias” e o seu conteúdo ser distribuído
conforme os destinos. “A minha mãe fez esse trabalho desde 1952 até ao
aparecimento do transporte rodoviário”- disse o meu familiar. Com o
aparecimento dos veículos de transporte motorizado, foram alterados os hábitos
até esta altura baseados no “homem”.
Esta fotografia mostra-nos a primeira estação de correios da Vila da Feira,
situada no Rossio. Mais tarde, em 2 de Março de 1958, foi inaugurada a nova
Estação dos Correios, no local onde ainda hoje se encontra.
Não
podemos esquecer o papel que as caixas de correio ou os marcos postais
distribuídos pelas vilas e aldeias tiveram na recolha de cartas, evitando assim
que as pessoas se deslocassem às estações dos CTT (Fig. 3). Estas pequenas
caixas retangulares ou cilíndricas de cor vermelha que ainda hoje encontramos
nas paredes de algumas casas de comércio ou na confluência de ruas prestaram e
prestam um relevante serviço público.
Nesta
altura, os carteiros, homens encarregues de fazer chegar as cartas às pessoas,
usavam uma farda tipo ganga clara, e estavam sinalizados, para além da farda,
com um distintivo onde sobressaía um “homem montado num cavalo com uma corneta
na mão”. Estes homens tinham como tarefa calcorrear os caminhos, carregados com
uma mala de cabedal castanha, quer estivesse chuva, frio, calor ou neve, a
missão tinha que ser cumprida. Quando o carteiro chegava a um lugar ou aldeia,
para não andar de casa em casa, tarefa impossível para o trabalho e tempo que
tinha, tocava uma corneta de metal amarelo e as pessoas que andavam nas suas tarefas
vinham ao encontro do carteiro que então distribuía as cartas.
Este
serviço era e é pago com a utilização do selo. O primeiro selo português foi
lançado em 1853 (sem a menção de qualquer importância) e tinha a efígie da
Rainha Dª Maria II.
Trabalho de: Francisco Tavares (6ºA)
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Características naturais de Santa Maria da Feira
Características Naturais da Minha Região
Santa Maria da Feira
Santa Maria da Feira é uma cidade portuguesa
pertencente ao Distrito de Aveiro e situada na Grande Área Metropolitana do
Porto, região Norte e sub-região
de Entre Douro e Vouga, com cerca de
18 000 habitantes. É sede de um município com
213,45 km² de área e 139 312 habitantes, subdividido desde a
reorganização administrativa de 2012/2013 em 21 freguesias. O município é
limitado a norte pelos municípios de Vila
Nova de Gaia e de Gondomar, a leste por Arouca, a sudeste por Oliveira de Azeméis e São João da Madeira, a sul e a
oeste por Ovar e a noroeste
por Espinho.
O
concelho abrange uma área com altitude média de 185 metros, onde passam o rio Cáster,
que desagua na ria de Aveiro, e o rio Uíma, que desagua no Douro. No concelho
estão situadas as termas de S. Jorge, onde correm águas medicinais a cerca de
23ºC, sulfurosas e alcalinas, utilizadas no tratamento de reumatismo,
artritismo e dermatoses.
![]() |
| Rio Uíma |
Clima e
Vegetação natural
Santa Maria da Feira
localiza-se na região do clima temperado marítimo da Península Ibérica, onde a
temperatura é amena e a precipitação abundante, sobretudo no inverno.
Na vegetação natural de Santa Maria da Feira
predominam as árvores de folha caduca (como o pinheiro-bravo e de folha
persistente (como o carvalho).
Castelo de Santa Maria da Feira
Da Idade Média ficaram-nos testemunhos
da arquitetura militar, de que o Castelo da Feira será o mais imponente e
representativo.
É o monumento mais importante do
Concelho de Santa Maria da Feira.
Curiosidades...
![]() |
| Brazão de Santa Maria da Feira |
![]() |
| Bandeira de Santa Maria da Feira |
Trabalho realizado por Rafael Pais (5ºA)
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Arte Barroca
A Margarida Fonseca, aluna do 6ºA, andou a pesquisar a existência de marcas do barroco em Santa Maria da Feira.
Concluiu que existem alguns exemplos artísticos e arquitetónicos na cidade. Eis o resultado desse trabalho:
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
VESTÍGIOS ROMANOS
EM
SANTA MARIA DA FEIRA
No concelho de Santa
Maria da Feira denominado pelos Romanos de Civitas Sanctae Mariae, há
muitos vestígios deste povo que podemos visitar, tais como pontes, estradas e
alguns castros com caraterísticas de construção típica desta civilização.
![]() | ||
| Castro de Romariz
Apesar do castro
datar de cerca de 500 A. C, entre os vestígios arqueológicos encontrados,
evidenciam-se um forno de cozer pão, a parte superior de uma coluna com o seu
capitel, algumas mós e curtos vestígios de tijolo e telhas que reforçam a tese
da presença dos romanos. As construções retangulares que foram acrescentadas às
arredondadas, bem como por todas as técnicas de construção e decoração tipicamente
romanas também são evidências desta ocupação...
Não há mais pequena
dúvida de que o Castelo de Santa Maria da Feira, tal como o vemos e conhecemos,
representa a última de uma longa série de construções que, naquele mesmo local,
se foram sucedendo durante centenas ou milhares de anos, como guardiãs dos bens
das populações que nas suas vizinhanças se estabeleciam. A dinâmica da
romanização ibérica exigiu fortalezas de maior ou menor importância, como
castros e castrejos, pelo que parece lícito supor que fossem os romanos quem
primeiro alicerçou o originário monumento que, segundo se pensa, consistira num
templo fortificado. Tal suposição fundamenta-se nas três aras romanas cujas
mensagens traduzem as honras aos deuses Tueraeus e Bandevelugus Toiarecus.
Poderemos fundamentar-nos também num arco romano, existente ao fim da praça de
armas, precedendo a porta principal da torre de menagem, cujas características
nos apontam cerca de vinte séculos de história...
Calçada romana
Pelo concelho de
Santa Maria da Feira existem várias calçadas e estradas que seguem os traçados
das Vias Romanas como por exemplo em Souto Redondo, Fiães, S. João de Ver entre
outras…
Lancóbriga (Fiães)
O Castro de Fiães
é um povoado
fortificado castrejo. Possui uma longa cronologia de
ocupação que abarca o período proto-histórico à ocupação romana. Localizado num
monte com o mesmo nome na freguesia de Fiães, o Castro de Fiães apresenta um núcleo
mais antigo que teria terminado em meados do Século I,
que evoluiu para um outro que teve grande desenvolvimento,
sobretudo nos séculos IV e V.
Pensa-se que este castro possa ter sido a mítica povoação de Lancóbriga
conforme referência no traçado romano da via que ligava Braga a Lisboa. Segundo
o itinerário antonino a distância que ligava
Cale (Gaia) a Lancóbriga era aproximadamente a que separa Gaia de Fiães.
Podemos concluir que no nosso concelho temos
a oportunidade de no nosso dia-a-dia podermos conviver com o legado que os
Romanos nos deixaram e assim compreender melhor as nossas raízes.
Bibliografia:
Trabalho de:
Rafael Pais (5ºA)
|
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Vestígios do tempo dos povos
recoletores em santa maria da feira
Classificada, em 1997, como "Imóvel de Interesse
Público", a "Mamoa da Quinta da Laje" encontra-se
junto à estrada nacional, nas proximidades da localidade de Pigeiros.

Anta ou dólmen
Localizada em Pigeiros, Santa Maria da Feira
Realizado por: Bruna e por
Catarina
FIM
segunda-feira, 3 de junho de 2013
O meu avô combateu na Guerra Colonial
A Cristiana Reis, do 6ºI, entrevistou o seu avô sobre a sua experiência como soldado nesta interminável guerra.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
A escola: antes, durante e após o 25 de abril
Antes, durante e depois do 25 de abril de 1974
O ensino antes do 25 de abril
Entrevista a Esmeralda da Silva (minha avó)O ensino era administrado em separado, havia escolas masculinas e femininas. O programa escolar era muito sobrecarregado com várias disciplinas: Português; Matemática; História de Portugal; Geografia de Portugal e Províncias Ultramarinas; Ciências da Natureza e do Corpo Humano; Desenho (passava-se o ano inteiro a desenhar um vaso ou pote); EMRC. Os alunos tinham que decorar tudo muito bem, porque se falhavam havia uma régua e uma cana para avivar a memória. Nas salas de aula havia muita disciplina. Havia silêncio e ninguém se levantava do lugar sem autorização. Ida à casa de banho? Só nos intervalos. Trabalhava-se numa lousa de ardósia e raramente no caderno, que ficava na escola. E havia crucifixos nas salas de aulas. Pelo menos uma vez por ano havia uma festa na escola. Havia convidados da capital que faziam discursos e nos intervalos os alunos cantavam uma canção ou recitavam um poema. Havia pouca afetividade entre os alunos e professores.
Teve alguma experiencia com a PIDE?
Não.
Durante o dia de 25 de abril de1974, o que que aconteceu nesse dia?
Os alunos, os professores e os funcionários de manhã foram surpreendidos pela notícia de que estava a acontecer uma revolução. Para ser mais explícita, foi pelas 9 horas da manhã.
Havia pessoas que estavam a falar muito baixinho sobre a revolução.
De hora a hora ligavam o rádio para saber informações da revolução que eram dadas pelos revoltosos do MFA.
No final do dia, anunciou-se na rádio e na televisão que o MFA tinha tomado o governo e que tinha acabado a ditadura.E depois do 25 de abril?
A partir daí houve muitas mudanças no ensino e não só. Os alunos começaram a organizar-se em associações de estudantes e a ir a reuniões e os pais também. Os pais começaram a intervir mais na escola. E também a haver liberdade de expressão, deixou de haver a censura e a PIDE.
Entrevistada: Esmeralda da Silva (minha avó).
Trabalho realizado por: Patrícia Costa Pereira; Nº 17; Turma: 6ºA
A escola antes e depois do 25 de abril
O Alexandre (aluno do 6ºA) quis saber como era a vida escolar antes da revolução de 25 de abril de 1974. Então, decidiu entrevistar o seu avô a fim de satisfazer a sua curiosidade. Parece que conseguiu. O que o seu avô lhe disse foram verdadeiras revelações. O Alexandre não fazia ideia que a escola há quarenta ou cinquenta anos fosse tão diferente da atual. Leiam com atenção este seu trabalho.
terça-feira, 9 de abril de 2013
O meu avô e a Guerra Colonial
A Margarida, do 6ºA, quis saber se, na sua família, alguém viveu diretamente a experiência terrível da guerra colonial.
Descobriu que o seu avô materno foi militar e combateu neste conflito militar, causador de milhares de mortes, feridos e estropiados.
Da conversa que teve com ele, resultou o trabalho que se segue:
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
O Museu do Convento
dos Lóios
veio à escola falar
sobre:
OS CASTROS
A minha
última aula de História do 1º período foi diferente. Aprendemos outras
curiosidades e tivemos uma pessoa nova a explicar-nos. Veio do Museu do
Convento dos Lóios, aqui em Santa Maria da Feira.
Falou-nos
sobre o Castro de Romariz e o modo como foi descoberto. Fiquei a saber que um
pastor, ao apanhar pasto para o seu gado, achou um pote com moedas de ouro.
Logo correu para a sua aldeia para contar a sua descoberta.
Também
nos contou algumas histórias antigas sobre outros castros.
Ensinou-nos
como é que os historiadores estudavam os castros e o que tinham de escrever nos
seus pequenos livros, antes e depois de mexerem num objecto pertencente ao
castro. Observámos também imagens de um castro a ser investigado pelos
historiadores.
Adorei
esta aula e aprendi muito com ela!!!
Maria Inês Gonçalves Barbosa, 5ºA
(dezembro-2012)
sábado, 19 de janeiro de 2013
Ela explicou-nos que o Museu Convento
dos Lóios era um local dedicado à história de Santa Maria da Feira.
A D. Teresa disse-nos que o Castro de Romariz se localizava no Monte Castro e que atingia os 375m de altitude. O Castro de Romariz era um povoado fortificado. A sua datação é do Bronze Final e o povo que lá vivia eram os Turdúlos Velhos, chegados do sul da península. O Castro também tinha muralhas e fossos, que serviam para sua defesa. Alguns vestígios das muralhas ainda são visíveis. Depois da ocupação romana as famílias decidiram abandonar as suas casas e foram viver para as terras planas, onde se encontravam as suas terras férteis.
A D. Teresa disse-nos que o Castro de Romariz se localizava no Monte Castro e que atingia os 375m de altitude. O Castro de Romariz era um povoado fortificado. A sua datação é do Bronze Final e o povo que lá vivia eram os Turdúlos Velhos, chegados do sul da península. O Castro também tinha muralhas e fossos, que serviam para sua defesa. Alguns vestígios das muralhas ainda são visíveis. Depois da ocupação romana as famílias decidiram abandonar as suas casas e foram viver para as terras planas, onde se encontravam as suas terras férteis.
O Castro de Romariz também tinha um tesouro…
Foi encontrado em 1843 por um agricultor de Romariz, que andava a apanhar mato
para o gado, quando, de repente, tocou num pote e… encontrou o tesouro.
Entre 1940 e 1946 começaram as
explorações, mas só mais tarde entre 1980 e 1982, é que começaram mesmo as
escavações arqueológicas. Nelas descobriram-se várias coisas tal como um
Cartibulum, que é uma mesa em Latim.
Trabalho realizado por Gabriela Folha, nº 12, 5ºB
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Vestígios romanos em Santa Maria da Feira
O Castelo da Feira é um dos vestígios mais conhecidos da passagem dos Romanos em Santa Maria da Feira. Aqui, foram encontrados alguns vestígios desse tempo. No início do século XX, foram encontradas duas aras de pedra romanas que continham mensagens religiosas em latim e recentemente foram encontrados alguns objectos, como ânforas e moedas.
Nos castros de Romariz e de Fiães também foram encontrados objectos de ocupação romana, como por exemplo vasos cerâmicos e mós.
Temos mais vestígios romanos no lugar das Airas, em São João de Ver, onde ainda existem cerca de 50 metros duma calçada de uma via romana.
Para terminar, pensa-se que a antiga cidade romana de Lancobriga se situava na actual localidade de Fiães, no Monte de Santa Maria.
Pesquisa de Ana Luísa, 5ºB
A Praça de Armas do Castelo da Feira
As duas Aras Romanas no Castelo da Feira
Alguns vestígios romanos em exposição no Castelo da Feira
A calçada romana no lugar das Airas em São João de Ver
terça-feira, 30 de outubro de 2012
segunda-feira, 14 de maio de 2012
DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS - 18 DE MAIO
No dia 18 de maio comemora-se o Dia Internacional dos Museus
e, a 19 de maio, a Noite dos Museus.
Os museus e palácios do Instituto dos Museus e da
Conservação (IMC) e outros da Rede Portuguesa de Museus (RPM) estarão abertos
nestas ocasiões proporcionando aos visitantes um conjunto de iniciativas muito
variadas, com entrada gratuita.
. 18 de maio - das 10h00 às 18h00
. 19 de maio - das 18h00 até por volta das 24h00
. 19 de maio - das 18h00 até por volta das 24h00
Fica a par das novas exposições, visitas temáticas,
palestras, oficinas, espetáculos e outras ofertas
culturais que podes encontrar nas diferentes regiões do país, através:
MINI-SÍTIO do Dia Internacional dos Museus e da Noite dos Museus 2012
MINI-SÍTIO do Dia Internacional dos Museus e da Noite dos Museus 2012
Não te esqueças que na tua localidade tens excelentes
museus. Aproveita e visita-os.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Relatório
Visita de Estudo
Museu do Convento dos Lóios
Museu do Convento dos Lóios
Os objetivos propostos no guião para a visita, eram os seguintes:
Ø Conhecer melhor o passado histórico da
região onde vivemos;
Ø Aprofundar os conhecimentos que
adquirimos nas aulas de História e Geografia de Portugal;
Ø Reconhecer a importância do Museu para
o conhecimento e preservação do património histórico da região;
Ø Desenvolver o espirito de curiosidade
e o gosto de aprender;
Ø Respeitar e defender o património
histórico.
Começamos a
visita de estudo numa sala que nos levava a 3000 anos atrás. À direita observamos
um mapa do nosso Concelho com achados arqueológicos.No outro lado,
dentro de uma vitrine, vimos machados polidos em pedra, encontrados em Espargo.
Já
estávamos nos anos 1500 e 2000 e reparámos numa maquete do Castro de Romariz,
habitado por comunidades agro-pastoris. Os arqueólogos tinham achado em
Romariz, cerâmicas, vidros, machados, facas, moedas…Quando avançamos no tempo, vimos uma maquete de uma casa Romana.
Nela vimos uma porta secundária e uma porta principal. No telhado, a substituir o colmo já tinha telhas, e as casas já eram retangulares e quadrangulares…
Também verificamos que os Romanos nos deixaram muitas heranças (Romanização) como a moeda, os pesos de tear, o Latim…
De seguida, fomos para outra sala com achados arqueológicos do Castro de Fiães. Vimos fusaiolas fabricadas a partir da reutilização de fragmentos de recipientes, patelas em argila para jogo ou para transformação em fusaiolas. Gostei de ver o Tesouro de Fiães com moedas Romanas…
Ao terminar a visita, a guia que nos estava a acompanhar disse-nos que o Castelo da Feira é da época medieval e que antes de existir o Castelo aquele lugar era ocupado por povos de outras regiões.
Conclusão
Gostei da
visita. Para além de já conhecer aquele local, fiquei a conhecer vestígios
arqueológicos de povos que já habitaram na nossa região. Aprendi coisas novas e
percebi como o museu é importante para o conhecimento e preservação do
património histórico da minha região.
Bibliografia
Caderno Diário de História e Geografia
de Portugal.
Roteiro do Museu Convento dos Lóios, Câmara Municipal de Santa Maria da
Feira, 2008.
Beatriz Lourenço Godinho, nº3, 5ºA
6 de abril de 2012
Subscrever:
Mensagens (Atom)

























