terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Vestígios romanos em Santa Maria da Feira
O Castelo da Feira é um dos vestígios mais conhecidos da passagem dos Romanos em Santa Maria da Feira. Aqui, foram encontrados alguns vestígios desse tempo. No início do século XX, foram encontradas duas aras de pedra romanas que continham mensagens religiosas em latim e recentemente foram encontrados alguns objectos, como ânforas e moedas.
Nos castros de Romariz e de Fiães também foram encontrados objectos de ocupação romana, como por exemplo vasos cerâmicos e mós.
Temos mais vestígios romanos no lugar das Airas, em São João de Ver, onde ainda existem cerca de 50 metros duma calçada de uma via romana.
Para terminar, pensa-se que a antiga cidade romana de Lancobriga se situava na actual localidade de Fiães, no Monte de Santa Maria.
Pesquisa de Ana Luísa, 5ºB
A Praça de Armas do Castelo da Feira
As duas Aras Romanas no Castelo da Feira
Alguns vestígios romanos em exposição no Castelo da Feira
A calçada romana no lugar das Airas em São João de Ver
terça-feira, 30 de outubro de 2012
segunda-feira, 14 de maio de 2012
DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS - 18 DE MAIO
No dia 18 de maio comemora-se o Dia Internacional dos Museus
e, a 19 de maio, a Noite dos Museus.
Os museus e palácios do Instituto dos Museus e da
Conservação (IMC) e outros da Rede Portuguesa de Museus (RPM) estarão abertos
nestas ocasiões proporcionando aos visitantes um conjunto de iniciativas muito
variadas, com entrada gratuita.
. 18 de maio - das 10h00 às 18h00
. 19 de maio - das 18h00 até por volta das 24h00
. 19 de maio - das 18h00 até por volta das 24h00
Fica a par das novas exposições, visitas temáticas,
palestras, oficinas, espetáculos e outras ofertas
culturais que podes encontrar nas diferentes regiões do país, através:
MINI-SÍTIO do Dia Internacional dos Museus e da Noite dos Museus 2012
MINI-SÍTIO do Dia Internacional dos Museus e da Noite dos Museus 2012
Não te esqueças que na tua localidade tens excelentes
museus. Aproveita e visita-os.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Relatório
Visita de Estudo
Museu do Convento dos Lóios
Museu do Convento dos Lóios
Os objetivos propostos no guião para a visita, eram os seguintes:
Ø Conhecer melhor o passado histórico da
região onde vivemos;
Ø Aprofundar os conhecimentos que
adquirimos nas aulas de História e Geografia de Portugal;
Ø Reconhecer a importância do Museu para
o conhecimento e preservação do património histórico da região;
Ø Desenvolver o espirito de curiosidade
e o gosto de aprender;
Ø Respeitar e defender o património
histórico.
Começamos a
visita de estudo numa sala que nos levava a 3000 anos atrás. À direita observamos
um mapa do nosso Concelho com achados arqueológicos.No outro lado,
dentro de uma vitrine, vimos machados polidos em pedra, encontrados em Espargo.
Já
estávamos nos anos 1500 e 2000 e reparámos numa maquete do Castro de Romariz,
habitado por comunidades agro-pastoris. Os arqueólogos tinham achado em
Romariz, cerâmicas, vidros, machados, facas, moedas…Quando avançamos no tempo, vimos uma maquete de uma casa Romana.
Nela vimos uma porta secundária e uma porta principal. No telhado, a substituir o colmo já tinha telhas, e as casas já eram retangulares e quadrangulares…
Também verificamos que os Romanos nos deixaram muitas heranças (Romanização) como a moeda, os pesos de tear, o Latim…
De seguida, fomos para outra sala com achados arqueológicos do Castro de Fiães. Vimos fusaiolas fabricadas a partir da reutilização de fragmentos de recipientes, patelas em argila para jogo ou para transformação em fusaiolas. Gostei de ver o Tesouro de Fiães com moedas Romanas…
Ao terminar a visita, a guia que nos estava a acompanhar disse-nos que o Castelo da Feira é da época medieval e que antes de existir o Castelo aquele lugar era ocupado por povos de outras regiões.
Conclusão
Gostei da
visita. Para além de já conhecer aquele local, fiquei a conhecer vestígios
arqueológicos de povos que já habitaram na nossa região. Aprendi coisas novas e
percebi como o museu é importante para o conhecimento e preservação do
património histórico da minha região.
Bibliografia
Caderno Diário de História e Geografia
de Portugal.
Roteiro do Museu Convento dos Lóios, Câmara Municipal de Santa Maria da
Feira, 2008.
Beatriz Lourenço Godinho, nº3, 5ºA
6 de abril de 2012
Visita
de Estudo
ao
Museu
do Convento dos Lóios
No dia 23 de Março, o 5ºC da Escola EB 2/3 Fernando Pessoa fez uma visita de estudo ao Museu do Convento dos Lóios, no âmbito das disciplinas de História e Geografia de Portugal e Estudo Acompanhado, com o objetivo de aprofundar os conhecimentos adquiridos nas aulas de História e Geografia de Portugal.
Neste relatório vou falar sobre como
correu esta visita de estudo.
Quando chegámos ao local, a senhora
que nos ia acompanhar na visita estava à nossa espera. Começou a falar sobre o
que iríamos ver no museu. Disse-nos que iríamos observar vestígios deixados
pelos povos agro-pastoris no nosso concelho.
Começámos por observar um mapa que
mostrava os locais do concelho de Santa Maria da Feira onde se encontraram os
objectos expostos. Vimos machados, pontas de lança e outros objectos. Mas, o
que chamou mais a atenção foi uma estátua em pedra. Chamava-se estela e surgiu
em S. João de Vêr.
Logo de seguida fomos para outro local,
onde se encontravam vestígios deixados pelos povos agro-pastoris no Castro de
Romariz.
Estes povos viviam em montes para se poderem
proteger melhor. A instrutora disse-nos que as comunidades agropastoris saíam
das suas casas que estavam nos montes e desciam para trabalhar nos campos
agrícolas.
Também vimos alguns fragmentos de
objetos que apareceram no Castro de Romariz, e ouvimos uma explicação sobre este
castro, que ficou romanizado quando os romanos o invadiram.
O 5º C também ficou a saber que os
romanos trouxeram o latim para o Castro de Romariz. Visualizámos a maquete de
uma casa romana, de acordo com as ruínas lá encontradas. Ficámos a saber que nessa
casa romana foi encontrada uma mesa que servia para colocar algumas ofertas aos
visitantes. Esta mesa é de pedra e está exposta no museu. Todos ficaram
maravilhados. Os romanos foram muito importantes.
Observámos algumas espécies de louças
e objetos que também são utilizadas no nosso dia-a-dia, como púcaros, pratos,
os pregos…
Por fim, fomos para outra sala onde estavam
alguns vestígios deixados no Castro de Fiães.
A monitora falou-nos um pouco de
Conimbriga e disse-nos que esta cidade romana era semelhante ao Castro de
Romariz e ao Castro de Fiães.
O 5º C depois viu anéis, moedas,…mas
também observámos dois altares que se chamam aras votivas. Um altar foi
oferecido ao deus Júpiter.
Vimos alguns objetos do Castelo de
Santa Maria da Feira e também ficámos a saber que debaixo do Castelo existem
marcas da ocupação humana.
Depois tivemos de vir embora, mas
antes tirámos duas fotografias em grupo.
Eu gostei de tudo e acho que esta
visita foi muito interessante, mas eu queria ter ficado lá mais tempo.
Francisca, 5ºC
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Visita de estudo ao Museu do Convento dos Lóios
O 5º B, no passado dia 13 de março, fez uma visita de estudo a um museu local: Museu do Convento dos Lóios. Esta iniciativa partiu de uma proposta do professor de História e Geografia de Portugal e teve o apoio e adesão do Conselho de Turma, passando a integrar o respetivo Projeto Curricular. Realizou-se durante uma aula de Estudo Acompanhado. Os alunos redigiram, posteriormente um relatório. Eis o que foi elaborado pela Rute.
segunda-feira, 19 de março de 2012
O rio Cáster
Vários alunos do 5ºA responderam afirmativamente a uma proposta do professor e fizeram uma pequena pesquisa sobre o rio que atravessa o centro da nossa cidade. Eis o resultado do trabalho realizado:
O rio Cáster nasce na freguesia de Sanfins, do concelho de Santa Maria da Feira e atravessa várias freguesias deste concelho, bem como do concelho de Ovar, até desaguar na Ria de Aveiro, que tem o seu limite norte no Carregal.
A Ria recebe também os caudais dos rios Vouga, Antuã, e de outros pequenos rios, que no conjunto correspondem a uma área de bacia de cerca de 3600 km².
O Rio Cáster constitui um magnífico local para a observação da natureza, nomeadamente na sua foz.
Este rio, bem como os seus afluentes e bacia, têm sido receptores de efluentes industriais, nomeadamente no concelho de Santa Maria da Feira e domésticos, sólidos e líquidos.
Associados a este rio, nomeadamente pela pesca e a agricultura, estão desde longa data os moradores da Ribeira de Ovar que dependeram do seu cais desde meados do século XVIII para procederem ao transporte de mercadorias entre Aveiro, o Porto e demais terras interiores.
Alguma flora existente nas margens do Cáster:
(Esta recolha foi feita pelo Rafael Valente)
O rio Cáster nasce na freguesia de Sanfins, do concelho de Santa Maria da Feira e atravessa várias freguesias deste concelho, bem como do concelho de Ovar, até desaguar na Ria de Aveiro, que tem o seu limite norte no Carregal.
A Ria recebe também os caudais dos rios Vouga, Antuã, e de outros pequenos rios, que no conjunto correspondem a uma área de bacia de cerca de 3600 km².
O Rio Cáster constitui um magnífico local para a observação da natureza, nomeadamente na sua foz.
Este rio, bem como os seus afluentes e bacia, têm sido receptores de efluentes industriais, nomeadamente no concelho de Santa Maria da Feira e domésticos, sólidos e líquidos.
Associados a este rio, nomeadamente pela pesca e a agricultura, estão desde longa data os moradores da Ribeira de Ovar que dependeram do seu cais desde meados do século XVIII para procederem ao transporte de mercadorias entre Aveiro, o Porto e demais terras interiores.
Alguma flora existente nas margens do Cáster:
(Esta recolha foi feita pelo Rafael Valente)
segunda-feira, 5 de março de 2012
O rio Uíma
A Beatriz Godinho do 5ºA procurou saber mais sobre um dos rios da nossa região: o Uíma. Fez esta pesquisa. Leiam-na com atenção. Dá-nos informações interessantes sobre este rio e os problemas que o têm afetado.
Rio Uíma
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
A presença romana em Santa Maria da Feira
A Bianca e a Mafalda do 5ºD realizaram uma pequena pesquisa sobre a existência de vestígios romanos na nossa região.
Vestígios romanos na nossa terra
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Os Romanos em Santa Maria da Feira
A Rute, aluna do 5º B, fez uma pesquisa sobre vestígios da presença romana no concelho de Santa Maria da Feira. Chegou à conclusão de que existiu, em Fiães, uma cidade romana tão (ou mais) importante como Conímbriga. Infelizmente, ficaram poucos vestígios desse tempo. Apesar de tudo, ainda se podem ver algumas marcas. Este trabalho apresenta algumas delas.
Vestígios romanos na feira rute 5ºb
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Vestígios romanos em Santa Maria da Feira
Nas férias do Natal, alguns alunos das turmas A, B, C e D do 5º ano pesquisaram sobre a existência de vestígios romanos na nossa região. Chegaram à conclusão de que, apesar de já terem passado mais de mil e quinhentos anos, ainda são visíveis algumas marcas da presença romana.
Foram elaborados trabalhos de grande interesse. Um deles é este powerpoint, realizado pela "jovem historiadora" do 5ºB, Ana Catarina.
Foram elaborados trabalhos de grande interesse. Um deles é este powerpoint, realizado pela "jovem historiadora" do 5ºB, Ana Catarina.
Vestígios romanos em Santa maria da Feira
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Visita o Castro de Romariz
No nosso concelho existe um importante vestígio do tempo das comunidades agro-pastoris: o castro de Romariz. Neste local, há mais de 2500 anos viveu uma tribo celta.
Quando tiverem oportunidade, façam uma visita. Vai valer a pena observar todo aquele espaço e imaginar como seria a vida no cimo daquele pequeno monte há cerca de três milénios.
Quando tiverem oportunidade, façam uma visita. Vai valer a pena observar todo aquele espaço e imaginar como seria a vida no cimo daquele pequeno monte há cerca de três milénios.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Espaços Turísticos de Santa Maria da Feira
Pesquisa efetuada pela Eva, aluna do 6º K (no ano letivo passado)
Espaços turisticos de s.m.f. eva
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segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Monumento ao Espírito Feirense
Junto a estrada nacional 1, ergue-se um conjunto de 31 pedras colocadas verticalmente em círculo, representando as 31 freguesias do concelho, cujo centro é um bloco de grande dimensão em pedra simbolizando uma mesa. Este conjunto simboliza a unidade do concelho. Foi idealizado e executado pelo escultor José Aurélio.
Pesquisa de José Bernardo
(Realizada no ano letivo 2010/2011)
Pesquisa de José Bernardo
(Realizada no ano letivo 2010/2011)
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Clube Desportivo Feirense: emblemas ao longo da sua história
Ao longo da sua história, o Feirense teve vários emblemas.
O Bruno Vieira e o Pedro Duarte, alunos que, no ano letivo passado, integraram a turma J do 6º ano, pesquisaram a história do principal clube desportivo de Santa Maria da Feira e dão- nos a conhecer os seus diferentes emblemas:do mais antigo ao atual.
O Bruno Vieira e o Pedro Duarte, alunos que, no ano letivo passado, integraram a turma J do 6º ano, pesquisaram a história do principal clube desportivo de Santa Maria da Feira e dão- nos a conhecer os seus diferentes emblemas:do mais antigo ao atual.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
A Guerra Colonial






A Guerra Colonial
Entrevista a um ex-militar: David Dias Leite
Em que anos esteve a exercer funções nas colónias portuguesas?
Estive na Guiné-Bissau, entre 1963 e 1965.
Que função desempenhava na guerra?
A minha função era de médico de cirurgia e de assistência aos soldados e à população civil.
Descreva o ambiente que se vivia nos campos de batalha.
Quando eu cheguei em 1963, havia paz. Havia apenas 925 soldados portugueses lá. Quando eu saí em 1965, havia 22 000 soldados. Quando eu fui para lá fui para Bafatá, a 180 km de distância de Bissau, a capital. Íamos todos os dias num jeep, sozinhos, buscar o correio a Bissau. Passado 6 meses já não se podia ir buscar o correio porque assaltavam os carros que passavam. E em 1964, um ano depois de eu lá estar, para que a companhia que estava em Nova Lamego regressasse para vir embora já foi preciso o apoio da aviação militar e de tanques para que a companhia pudesse passar. O terrorismo tinha aumentado muito. Durante os oito primeiros meses em que estive no mato eu visitava dois terços da Guiné em completa liberdade. Visitava e prestava assistência média a todos os indígenas, dormia nas palhotas dos indígenas, dormia ao relento com os indígenas e nada acontecia. Éramos muito amigos dos indígenas e os indígenas de nós. Os terroristas é que estragaram tudo.
Lembra-se de algum episódio que o tenha marcado?
Felizmente não. Mas há um muito aborrecido, que não quero referir. Passados, mais ou menos, oito meses de estar em Bafatá, prenderam trezentos e sessenta e tal terroristas da série A. Tinha havido uma série anterior, em que os fuzilaram, eu não quero falar nesse pormenor, está bem?
Era da mesma opinião que os movimentos de libertação?
Eu não tinha ideias políticas porque, antes de ir, falei com um senhor brigadeiro em Lisboa que me disse assim: “ se você quer ir para a Guiné e vir em paz, não fale com os militares.” E eu não falava com os militares e assim não me aconteceu nada. O médico que eu fui substituir veio preso. E, seis meses depois de estar preso, voltou à companhia dele, puseram-no em liberdade. Quando isto aconteceu, ele ausentou-se do país e então julgaram-no à rebelia, por ter fugido de Portugal e ter protestado contra aquilo que ele viu. Entendido?
Agradeço ao meu avô, David Marcos Dias Leite por ter cedido o seu tempo para a realização desta entrevista e por me ter dado imagens da sua ida à Guiné-Bissau.
Entrevista realizada por:
Leonardo Lobato Dias Leite Hügens, nº20, 6ºJ
(Trabalho para a disciplina de História e Geografia de Portugal)
sexta-feira, 1 de abril de 2011
A História dos Caladinhos
Os caladinhos
Sabias que a origem deste doce da nossa terra está associado ao tempo triste e medonho da ditadura do Estado Novo?
Sabias que a origem deste doce da nossa terra está associado ao tempo triste e medonho da ditadura do Estado Novo?
A história dos caladinhos helena 6ºj
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sexta-feira, 4 de março de 2011
Bicentenário das Invasões Francesas
Em Arrifana, há 200 anos as tropas napoleónicas espalharam o terror entre os habitantes desta localidade vizinha de Santa Maria da Feira. Um dos acontecimentos mais terríveis foi aquele que ficou conhecido como o "Massacre dos Quintados". No ano passado, integrado na comemoração do Bicentenário das Invasões Francesas, os arrifanenses reviveram esta tragédia, através de uma recriação histórica.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
História da Banda Musical de S. Miguel de Souto


História da
Banda Musical de S. Miguel de Souto
Decidi fazer este trabalho no âmbito da disciplina de História e Geografia de Portugal.
O trabalho consiste em pesquisarmos se na nossa região há bandas de música, grupos de teatro, ou até mesmo ranchos folclóricos, e explicarmos (descobrirmos) a sua história.
Espero realizar este trabalho para que todos percebam e sem exagerar no texto.
A Banda Musical de Souto nasceu (foi fundada) em 1849 por um ilustre grupo de Soutenses (residentes da Freguesia), à frente dos quais se destacou o Padre Francisco Leite de Andrade.
A Banda iniciou as suas funções em 1850 com 16 executantes, tendo como Maestro o Padre Francisco. Nesse ano, a Banda de Música foi contratada para vários tipos de festas que se realizaram em Tarei e em Souto.
Em 1947 foram aprovados os estatutos da Banda.
Em 1970, um notável grupo de Soutenses, num esforço enorme, conseguiu meios para construir a Sede. Foi um passo importante para a Banda.
Nos últimos anos, a Banda empenhou-se na substituição do Instrumental, na aquisição de nova farda e investiu fortemente na Escola de Música, na qual exercem funções 9 professores, que leccionam cerca de 100 alunos.
A Banda, actualmente dirigida pelo Prof. Manuel Luís Azevedo, com mais de 60 elementos, apresenta já um bom nível artístico. Para além da qualidade, uma das melhores características da banda é que todos os músicos na hora de tocar transmitem uma energia e uma vontade de tocar indescritíveis.
Para realizar este trabalho consultei a internet no seguinte site: www.jf-souto.sitesedv.com
Também perguntei a algumas pessoas coisas sobre a Banda.
Pesquisa realizada por Joana Pinto, 6ºJ
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