Conhecer o Passado para entender o Presente

"Entrar na História" é o nome deste blogue. Pode significar abrir a porta e entrar no tempo que nos antecedeu. O tempo dos nossos avós... e dos avós dos nossos avós. De todos aqueles que construíram a terra onde vivemos.
Temos o dever de continuar a obra que nos deixaram, dando o nosso contributo para melhorar o que deve ser melhorado. Fazer da nossa terra um lugar mais agradável para viver.
Não se pode melhorar o presente se não o conhecermos. E para compreender o presente temos de conhecer o passado.
É o que este blogue te propõe: vamos investigar a história da nossa terra, para a conhecermos melhor.

Aproveitem!

Aproveitem!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

História da Banda Musical de S. Miguel de Souto



História da
Banda Musical de S. Miguel de Souto

Decidi fazer este trabalho no âmbito da disciplina de História e Geografia de Portugal.
O trabalho consiste em pesquisarmos se na nossa região há bandas de música, grupos de teatro, ou até mesmo ranchos folclóricos, e explicarmos (descobrirmos) a sua história.
Espero realizar este trabalho para que todos percebam e sem exagerar no texto.
A Banda Musical de Souto nasceu (foi fundada) em 1849 por um ilustre grupo de Soutenses (residentes da Freguesia), à frente dos quais se destacou o Padre Francisco Leite de Andrade.
A Banda iniciou as suas funções em 1850 com 16 executantes, tendo como Maestro o Padre Francisco. Nesse ano, a Banda de Música foi contratada para vários tipos de festas que se realizaram em Tarei e em Souto.
Em 1947 foram aprovados os estatutos da Banda.
Em 1970, um notável grupo de Soutenses, num esforço enorme, conseguiu meios para construir a Sede. Foi um passo importante para a Banda.
Nos últimos anos, a Banda empenhou-se na substituição do Instrumental, na aquisição de nova farda e investiu fortemente na Escola de Música, na qual exercem funções 9 professores, que leccionam cerca de 100 alunos.
A Banda, actualmente dirigida pelo Prof. Manuel Luís Azevedo, com mais de 60 elementos, apresenta já um bom nível artístico. Para além da qualidade, uma das melhores características da banda é que todos os músicos na hora de tocar transmitem uma energia e uma vontade de tocar indescritíveis.
Para realizar este trabalho consultei a internet no seguinte site: www.jf-souto.sitesedv.com
Também perguntei a algumas pessoas coisas sobre a Banda.
Pesquisa realizada por Joana Pinto, 6ºJ

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O Castro de Romariz



O CASTRO DE ROMARIZ
O que é um castro?
 Castro são as ruínas ou restos arqueológicos de um tipo de povoado da Idade do Ferro característico das montanhas do noroeste da Península Ibérica, na Europa. Os povoados eram construídos com estruturas predominantemente circulares, revelando desde cedo a implementação de uma «civilização da pedra», quer nas zonas de granito quer nas de xisto.
 Nota: A Idade do Ferro refere-se ao período em que ocorreu a metalurgia do ferro.
Quando foi construído?
 O Castro de Romariz é um povoado fortificado construído no séc. V a.C., ficando ocupado até ao séc. I d.C. Considerado uma das estações arqueológicas mais significativas da região de Entre o Douro e Vouga.
Onde se localiza?
 O Castro de Romariz localiza-se num monte situado no concelho de Santa Maria da Feira, na freguesia de Romariz.
O que fizeram os Romanos com o castro de Romariz?
 Os Romanos fizeram do castro de Romariz uma povoação romana.
 Mesmo tendo conquistado o castro de Romariz, os Romanos deixaram o povo vencido continuar com os seus costumes.
Pesquisa realizada por: Beatriz Vilaça, nº4, 5ºF

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

As Invasões Francesas e Arrifana







Arrifana e as Invasões Francesas
O motivo desta pesquisa deve-se ao interesse pelos acontecimentos do passado no meu concelho. Este foi invadido pelos franceses no ano de 1809, mais especificamente na vila de Arrifana.
A forte resistência das populações ao exército francês invasor, foi um dos factores mais característicos deste período da história. E se essa oposição foi muitas das vezes “passiva”, isto é, as populações abandonavam as suas propriedades, sem oferecerem resistência e destruíam, elas próprias, os bens que de algum modo podiam servir ao invasor, não é menos verdade que esta resistência popular foi crescendo.

De facto a expressão “guerrilla” (pequena guerra) adquiriu o significado de resistência popular contra um invasor ou inimigo do povo pelo qual é hoje universalmente reconhecida.
Muitas vezes as emboscadas sobre o exército francês acabaram por motivar duras acções punitivas de vingança sobre as populações.
As Invasões Francesas também deixaram marcas no nosso concelho e estas estão particularmente ligadas à Arrifana por um episódio dramático e horroroso a 17 de Abril de 1809. Este ataque surge como consequência de uma emboscada montada em Riba-Ul e dirigida por um natural de Arrifana, em que perdeu a vida, entre outros, o oficial francês Lameth, sobrinho do general Soult.
“A população que oferece resistência ou ensaia a fuga é morta a tiro, à coronhada pelos sabres e baionetas dos soldados de Napoleão.”…
Uma grande parte da população procura refúgio no interior da igreja, que acaba por se revelar uma verdadeira ratoeira: os franceses obrigaram todos os homens válidos a saírem, seleccionando em seguida um em cada cinco (os “quintados”) que são de seguida fuzilados. São levados para o campo da Buciqueira, entre a Arrifana e S. João da Madeira, e de seguida fuzilados.
Segundo alguns relatos, terão morrido — entre homens, mulheres e crianças — perto de trezentas pessoas.
Lado a lado caem pais, filhos e irmãos, e, porque cinco dos infelizes sobreviveram ao fuzilamento, foram mortos posteriormente no lugar onde a guerrilha havia abatido o oficial francês Lameth e deixados, durante vários dias, pendurados de cabeça para baixo em cinco carvalhos que aí existiam.
No Largo da Guerra Peninsular situa-se o Monumento aos Mártires de Arrifana. Foi descerrado em 17 de Abril de 1914, na sequência do centenário daquele trágico acontecimento. Um obelisco granítico, com mais de oito metros de altura, inaugurado em 1914 e da autoria de Domingos Maia, um artista local.
Perto do Monumento situam-se as alminhas da Arrifana, datadas de 1822. No seu interior podemos ver retratada a cena do fuzilamento e ostenta a seguinte legenda: “PELAS ALMAS DOS NOSSOS IRMÃOS PATRICIOS/ QUE MORRERAM NESTE SITIO ARCABUSADOS PELOS FRANCESES NO ANO DE 1809 P.N.A.M.”.
O «Bicentenário das Invasões Francesas em Arrifana», Município de Santa Maria da Feira, foi assinalado em 2009 com exposições, recriações e a apresentação de um estudo sobre as Invasões Francesas.
Pesquisa realizada por: Rita Fallé, 6ºJ

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Vila da Feira e a República




Comemoração do Centenário da República
Vila da Feira e a Implantação da República:
factos e figuras locais

No dia 4 de Outubro, na aula de História e Geografia de Portugal, fomos à biblioteca da nossa escola. Tínhamos encontro marcado com um historiador local, chamado Roberto Carlos. Foi convidado pelo nosso professor de História e Geografia de Portugal, Carlos Baptista, para dar uma palestra sobre Vila da Feira no tempo da 1ª República.
Antes do orador convidado iniciar a sua intervenção, o 6ºC apresentou uma pequena dramatização que se intitulava “Viva a República!”. No final cantaram o hino nacional, ensaiado nas aulas de Educação Musical e Área de Projecto.
Após este momento, o historiador Roberto Carlos falou-nos sobre a história da 1ª República e deu-nos a conhecer algumas informações muito interessantes sobre a nossa terra naquele tempo. Contou-nos que, em 1908, o rei D. Manuel II visitou Vila da Feira para inaugurar a Linha do Vouga e que o primeiro Presidente da Câmara Municipal da Feira, Dr. Elísio Castro, apesar de republicano, era grande amigo de D. Carlos, pai de D. Manuel II. Foi, igualmente, muito curioso ficarmos a saber que um dos jornais locais, ainda actualmente em circulação, já existia em 1910 e defendia as ideias republicanas. É o jornal “Correio da Feira” e, nesta sessão, esteve presente um repórter deste jornal.
No final, foi-nos oferecida uma cópia do número do ”Correio da Feira”, publicado a 8 de Outubro de 1910, a dar notícia da Revolução Republicana em Lisboa.
Gostámos muito desta sessão. Foi uma aula diferente e muito interessante porque ficamos a conhecer melhor a história da nossa terra e também a história da implantação da República em Portugal.
Trabalho elaborado por: Lorena e Ana Matilde (6ºI)
(sob a orientação do professor Carlos Baptista)

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

terça-feira, 8 de junho de 2010


“Vouguinha” fez cem anos
Em 2008

21 de Dezembro de 1908, foi a data em que o último rei de Portugal, D. Manuel II, visitou Santa Maria da Feira para inaugurar a linha férrea do Vouga.
Em 1907 teve início a construção da via-férrea que liga Espinho a Oliveira de Azeméis, estendendo o seu percurso até Sernada do Vouga, e, passados alguns anos, até Viseu, ligando a serra à praia.
Esta linha férrea foi obra da:“Compagnie Française pour la Construction et Explotation de Chemins de Fer à l’Étranger”, que, em português, significa: Companhia Francesa de Construção e Exploração de Caminhos-de-Ferro no Estrangeiro.
Em 2008 comemorou-se o centenário desta linha ferroviária. Para ainda comemorar esta data, algumas pessoas foram vestidas a rigor (com as vestes do período da inauguração), representando os costumes da época. Por exemplo: uns deslocaram-se de carruagem, representando a alta nobreza, outros vestiram-se de frades, como se fossem do clero e também alguns iam com roupas esfarrapadas, representando o povo.
Vários ranchos folclóricos animaram os visitantes e deram as boas vindas ao Vouguinha. Apesar de a CP ter disponibilizado 4 composições, o comboio estava repleto de gente e muitos foram os que em Espinho tiveram que esperar pelo próximo comboio.
Pesquisa realizada por Mariana, 6ºF

terça-feira, 18 de maio de 2010

D. Manuel II em Santa Maria da Feira




23 de Novembro de 1908

D. Manuel II esteve em Santa Maria da Feira na inauguração do “Vouguinha”

O troço entre Espinho e Oliveira de Azeméis foi inaugurado em 23 de Novembro de 1908, sendo considerado na altura um factor preponderante para a aproximação dos núcleos urbanos que englobam Oliveira de Azeméis, S. João da Madeira e Santa Maria da Feira.

Segundo o "Correio da Feira", de 28 de Novembro de 1908, "cerca de 20.000 pessoas acorreram à Vila da Feira para aplaudir El-Rei D. Manuel II, na inauguração do troço entre Espinho e Oliveira de Azeméis, da Linha do Vale do Vouga".

"Sua Majestade tinha saído de Espinho, sob um sol escaldante e cerca das 12:30 horas, depois de um almoço festivo no salão Nobre da Assembleia de Espinho", refere-se na "Monografia do Vale do Vouga", que cita o "Correio da Feira".

Atravessando ainda hoje paisagens únicas, do mar à serra, de Espinho e de Aveiro a Sernada do Vouga, a linha foi inaugurada por D. Manuel II durante a apoteótica viagem que fez ao Norte, pouco depois do regicídio.

Com a República, o comboio chegou a Viseu, em 1914, e foi durante décadas factor determinante da economia serrana, nomeadamente no escoamento do minério que era extraído em Sever do Vouga, no transporte de pessoas e no comércio de produtos de vária índole.

Nos finais do Estado Novo, o “Vouguinha” foi “condenado a circulação suspensa”, por crime de fogo posto: dizia-se que as suas máquinas, então a vapor, é que pegavam fogo à floresta.

O 25 de Abril trouxe o “poder popular” à rua e a linha foi parcialmente aberta, já sem o troço de Sernada a Viseu, valendo-lhe a conquista o epíteto de “comboio do povo”, mas de então para cá o seu encerramento foi várias vezes equacionado numa lógica pouco social de viabilidade.

Pesquisa de Luís Miguel Henriques, nº 12, 6ºF

quarta-feira, 12 de maio de 2010

terça-feira, 4 de maio de 2010

A moura encantada


Uma lenda “guardada” no nosso castelo

Havia em tempos uma moura muito dócil e linda, que se apaixonou por um nobre cavaleiro português.
Numa viagem de Coimbra até à Feira, os mouros foram atacados de surpresa pelo exército de D. Henrique de Borgonha, que tentava expulsar os mouros.
Nesse tempo, o castelo era controlado por um mouro: Almansor. A princesa estava prometida ao Emir da Feira e vinha muito bem protegida.
Não foi difícil para os atacantes torná-los como reféns. Nessa altura houve de imediato uma atracção entre o cavaleiro e ela. Como este era da máxima confiança do rei, ficou a guardar a princesa.
A princesa estava prometida ao Emir da Feira mas este tinha de esperar até que ela fizesse 14 anos para poder casar. Ele já era casado com três mulheres, mas a religião muçulmana permitia que casasse com quatro, desde que as pudesse manter. A princesa seria a mais nova da esposaria. Com quatro mulheres, desde que as pudesse manter, aquela iria ser a mais nova que ele desposaria.
Passado algum tempo, o Emir começou a preparar o casamento, e quando este disse que a princesa iria ser libertada, o cavaleiro desertou sem dar notícia.
A princesa foi libertada, mas andava triste por ter de deixar o cavaleiro e ao mesmo tempo furiosa por este não se ter despedido dela. Quando viu o seu futuro marido pareceu-lhe um fantasma velho.
Sentia-se infeliz quando se arranjavam os preparativos casamento.
Entretanto numa noite de lua cheia, a princesa sentou-se na janela, e ouviu a voz do cavaleiro. Correu ao seu encontro e combinaram fugir do castelo no dia do casamento.
Chegando a essa altura, tudo corria como planeado, mas o Emir ficou desconfiado e reforçou a guarda. Quando se aproximou da porta, os guardas apanharam o seu amado e a princesa assistiu a tudo.
Atirou-se para o poço do castelo e morreu.
Diz-se que a partir dessa altura, a desgraça caiu sobre os mouros.
Pesquisa realizada por: Cláudia Almeida de Aguiar Tavares e Helena Bastos Moreira de Oliveira Lino (5ºJ)

O Castro de Romariz



Os castros são pequenas aldeias compostas por casas de pedra e telhado de colmo (palha). Nestes locais viviam as comunidades agro - pastoris.
Quem introduziu estes primeiros aldeamentos na Península Ibérica foram os Celtas, um povo vindo do Norte da Europa (Ilhas Britânicas). Os Celtas tinham alguma sabedoria. Não só introduziram essa forma de fazer habitações como também a técnica de transformação do ferro (metalurgia).
Na minha localidade existe um: O CASTRO DE ROMARIZ.
Situa-se na freguesia de Romariz, no concelho de Santa Maria da Feira. É um importante vestígio histórico descoberto acidentalmente no ano de 1845 por um agricultor.
Este castro constitui um dos elementos mais importantes do património histórico do nosso concelho.
Logo que te seja possível, visita-o porque, acredita, que vai valer a pena.

Pesquisa realizada por: Pedro Duarte Lopes, 5ºJ

terça-feira, 20 de abril de 2010

A visita do rei D. Manuel II à Vila da Feira em 1908

O último rei de Portugal esteve em Santa Maria da Feira para inaugurar a linha do Vouga.
A Inês Vasquez do 6º F fez uma pesquisa num jornal local da época: o "Gazeta Feirense".

quinta-feira, 15 de abril de 2010

terça-feira, 13 de abril de 2010

A Lenda de Escapães



Em meados do século XII, o poço do Castelo da Feira foi envolvido em várias lendas. Nesse poço existia um caminho subterrâneo que servia de refúgio durante a guerra.
Durante muito tempo ninguém se atrevia a tentar desvendar o misterioso segredo que envolvia esse caminho. Mas um dia apareceu um homem de raça negra disposto a encontrar o caminho subterrâneo. Ele afirmava que trazia consigo um talismã que afastava os espíritos. Iniciou o caminho rumo ao fundo do poço tocando, com toda força, uma campainha. O destemido homem foi continuando naquele medonho silêncio até que já muito longe avistou claridade. Com o coração aos saltos, correu para a luz e rapidamente subiu uma ravina. Cá fora observou ao longe o Castelo de Santa Maria da Feira e exteriorizando a sua alegria, gritou:
- Escapei, escapei.
O povo que trabalhava perto foi ao encontro do homem. Ele contou a sua aventura e pediu-lhes que em memória do seu feito dessem a esse lugar o nome de “escapei”. Foi assim que esse lugar passou a chamar-se Escapães, que é nome actual de uma das freguesias de Santa Maria da Feira.
Pesquisa do 5ºJ

terça-feira, 23 de março de 2010

MERCADO MUNICIPAL DE SANTA MARIA DA FEIRA






Quem diria?
UMA DAS PRIMEIRAS OBRAS DE UM DOS MAIORES ARQUITECTOS PORTUGUESES: FERNANDO TÁVORA
O Mercado Municipal de Santa Maria da Feira localiza-se No centro da cidade.
Foi inaugurado em 1959.

É um edifício que marca a arquitectura da década de 1950 no país, da autoria de Fernando Távora, no qual procurou integrar elementos locais e tradicionais na arquitectura moderna.
Neste momento, encontra-se em vias de ser classificado patrimonialmente.
Este é também um dos primeiros projectos em que esteve envolvido Siza Vieira. Apesar de ser um jovem arquitecto do Gabinete de Távora, participou activamente neste Projecto, sendo o único responsável por alguns aspectos do Mercado, nomeadamente nos coloridos mosaicos que concebeu para as diferentes alas do edifício.

Pesquisa na Wikipedia de Luís Miguel Henriques, 6ºF

terça-feira, 9 de março de 2010

Museu do Papel
em Paços de Brandão
Pesquisa de João Afonso (6ºF)
Colaboração do seu pai, que tirou as fotos, e de responsáveis do Museu

terça-feira, 2 de março de 2010


CONVENTO DOS LÓIOS
Pesquisa e fotos de João Afonso, 6ºF

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010


FESTA DAS FOGACEIRAS - Tradição que vem de longe
A benção das fogaças
Um dos momentos mais importantes desta festividade é a bênção das Fogaças e a Missa Solene com sermão, na Igreja Matriz.
De tarde, há uma grande procissão, na qual participam as autoridades militares do concelho, convidados, associações culturais, desportivas, recreativas, párocos, confrarias, duas Bandas de Música, as Bandas dos Bombeiros Voluntários de Santa Maria da Feira e Arrifana, andores como o do Mártir S.Sebastião e as Fogaceiras.
Neste dia festivo, que é feriado municipal, acorre ao concelho de Santa Maria da Feira um grande número de pessoas para assistir a esta cerimónia de carácter popular e religioso.
Ricardo Ribeiro, 6ºB