Conhecer o Passado para entender o Presente

"Entrar na História" é o nome deste blogue. Pode significar abrir a porta e entrar no tempo que nos antecedeu. O tempo dos nossos avós... e dos avós dos nossos avós. De todos aqueles que construíram a terra onde vivemos.
Temos o dever de continuar a obra que nos deixaram, dando o nosso contributo para melhorar o que deve ser melhorado. Fazer da nossa terra um lugar mais agradável para viver.
Não se pode melhorar o presente se não o conhecermos. E para compreender o presente temos de conhecer o passado.
É o que este blogue te propõe: vamos investigar a história da nossa terra, para a conhecermos melhor.

Aproveitem!

Aproveitem!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

O Francisco, do 6ºA, fez um muito interessante trabalho de pesquisa sobre a história dos correios na sua localidade: Santa Maria da Feira. Para tal, entrevistou familiares seus, que lhe forneceram informações curiosas sobre este importante meio de comunicação.
 
O correio contado por quem assistiu ao seu início...
A primeira estação de correios da Vila da Feira
 
 
Resolvi entrevistar um familiar próximo, cuja mãe e avó desenvolveram atividades ligadas aos correios, desde final do Séc. XIX até meados do Séc. XX, aqui em Santa Maria da Feira (à data, Vila da Feira). Dessa entrevista fiquei com algumas informações fantásticas que vou partilhar.
O sonho e a necessidade das pessoas em comunicarem entre si são muito antigos.
Ainda hoje, podemos assistir nos filmes de índios e cowboys, a comunicação que faziam, utilizando sinais de fumo.
Com o aparecimento da escola, aumentou substancialmente o número de pessoas a saber escrever. Nasceu mais uma necessidade: o das pessoas comunicar entre si por intermédio da escrita. Surgiu então a carta escrita dirigida a familiares e amigos, estivessem onde estivessem. Mas não bastava escrever a carta. Como fazer para ela chegar ao destinatário? Como pagar esse serviço?
Foi assim que, em 1859, foi criada por vontade Régia (Ministro Fontes Pereira de Melo) uma “diligência” (carruagem puxada por 4/6 possantes cavalos) que fazia o transporte de pessoas e das “cartas” entre Lisboa e Porto. Este trajeto demorava 34 horas! Neste percurso existia 23 mudas de cavalos, e para tal foram criados 23 edifícios compostos por estábulos para os cavalos, dois ou três quartos para descanso dos viajantes e local onde eram servidas refeições, geralmente compostas por sopa e pão.
Neste local, os cavalos eram mudados (os cansados da viagem por cavalos frescos), e nestas mudas era largada a correspondência destinada àquela enorme área geográfica. Daí estas primeiras estações terem o nome de Malapostas (Mala-postas).
Assim, à Vila da Feira de então foi atribuída uma Malaposta, criada junto à Estrada Romana, também denominada Estrada Real, e mais tarde junto da estrada que ligava Porto-Lisboa, também chamada Estrada Nacional nº1.
A colocação deste equipamento, para a época, inovador, veio mais tarde a dar o nome ao lo
cal, que assim se passou a chamar lugar da Malaposta-Sanfins-Vila da Feira.
O familiar que entrevistei contou-me:
“A minha avó, durante anos e anos, ia à Malaposta buscar o correio que se destinava a todo o norte do nosso Concelho e levava-o numa canastra para entregar nas freguesias. Era uma autêntica epopeia, pois os caminhos eram fracos, e pontes, poucas ou nenhumas. O sacrifício era enorme para estas recoveiras. Segundo ela me contou, levava o correio desde a Malaposta até à freguesia de Canedo (quase 20Km) a pé, mal alimentada e sem meios de comunicação. Chegada ali, o correio, já dividido em pacotes, era entregue ao Padre ou ao Professor, ou não fossem eles as únicas ou quase únicas pessoas a saberem ler. Contava-me ela que o Padre, nas escadas da Igreja, lia o nome e fazia a chamada a entrega da carta. Muitas vezes era-lhe solicitado que a lesse...o que ele fazia na frente das pessoas presentes”.
No início do Séc. XX, as diligências deram lugar ao transporte ferroviário, passando os comboios a desempenhar um papel importante nas comunicações, no transporte de passageiros, mercadorias e do próprio correio, sendo muito mais rápido que o cavalo. Assim, foram adicionadas aos comboios as chamadas “ambulâncias postais”, carruagens nas quais trabalhavam várias pessoas que tinham a função de distribuir “as cartas” pelas localidades. Estas cartas eram entregues nas estações onde parava o comboio.
É nesta fase que entra a mãe do meu familiar na função de recoveira. Tinha ela como missão transportar os sacos do correio desde a estação dos CTT (Correios Telégrafos e Telefones) até à estação do caminho de ferro (então, Vale do Vouga) para aí serem introduzidos nas citadas “ambulâncias” e o seu conteúdo ser distribuído conforme os destinos. “A minha mãe fez esse trabalho desde 1952 até ao aparecimento do transporte rodoviário”- disse o meu familiar. Com o aparecimento dos veículos de transporte motorizado, foram alterados os hábitos até esta altura baseados no “homem”.
Esta fotografia mostra-nos a primeira estação de correios da Vila da Feira, situada no Rossio. Mais tarde, em 2 de Março de 1958, foi inaugurada a nova Estação dos Correios, no local onde ainda hoje se encontra.
Não podemos esquecer o papel que as caixas de correio ou os marcos postais distribuídos pelas vilas e aldeias tiveram na recolha de cartas, evitando assim que as pessoas se deslocassem às estações dos CTT (Fig. 3). Estas pequenas caixas retangulares ou cilíndricas de cor vermelha que ainda hoje encontramos nas paredes de algumas casas de comércio ou na confluência de ruas prestaram e prestam um relevante serviço público.
Nesta altura, os carteiros, homens encarregues de fazer chegar as cartas às pessoas, usavam uma farda tipo ganga clara, e estavam sinalizados, para além da farda, com um distintivo onde sobressaía um “homem montado num cavalo com uma corneta na mão”. Estes homens tinham como tarefa calcorrear os caminhos, carregados com uma mala de cabedal castanha, quer estivesse chuva, frio, calor ou neve, a missão tinha que ser cumprida. Quando o carteiro chegava a um lugar ou aldeia, para não andar de casa em casa, tarefa impossível para o trabalho e tempo que tinha, tocava uma corneta de metal amarelo e as pessoas que andavam nas suas tarefas vinham ao encontro do carteiro que então distribuía as cartas.
Este serviço era e é pago com a utilização do selo. O primeiro selo português foi lançado em 1853 (sem a menção de qualquer importância) e tinha a efígie da Rainha Dª Maria II.
 
Trabalho de: Francisco Tavares (6ºA)

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Características naturais de Santa Maria da Feira

Características Naturais da Minha Região
Santa Maria da Feira
 
 
 
 
Santa Maria da Feira é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito de Aveiro e situada na Grande Área Metropolitana do Porto, região Norte e sub-região de Entre Douro e Vouga, com cerca de 18 000 habitantes. É sede de um município com 213,45 km² de área e 139 312 habitantes, subdividido desde a reorganização administrativa de 2012/2013 em 21 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Vila Nova de Gaia e de Gondomar, a leste por Arouca, a sudeste por Oliveira de Azeméis e São João da Madeira, a sul e a oeste por Ovar e a noroeste por Espinho.

O concelho abrange uma área com altitude média de 185 metros, onde passam o rio Cáster, que desagua na ria de Aveiro, e o rio Uíma, que desagua no Douro. No concelho estão situadas as termas de S. Jorge, onde correm águas medicinais a cerca de 23ºC, sulfurosas e alcalinas, utilizadas no tratamento de reumatismo, artritismo e dermatoses.
Rio Uíma
 
Clima e Vegetação natural
Santa Maria da Feira localiza-se na região do clima temperado marítimo da Península Ibérica, onde a temperatura é amena e a precipitação abundante, sobretudo no inverno.              
Na vegetação natural de Santa Maria da Feira predominam as árvores de folha caduca (como o pinheiro-bravo e de folha persistente (como o carvalho).
              
 
 
 
 
Castelo de Santa Maria da Feira
 
Da Idade Média ficaram-nos testemunhos da arquitetura militar, de que o Castelo da Feira será o mais imponente e representativo.
É o monumento mais importante do Concelho de Santa Maria da Feira.
 
 
 
 
 
 
 
Curiosidades...
Brazão de Santa Maria da Feira
 
Bandeira de Santa Maria da Feira
Trabalho realizado por Rafael Pais (5ºA)
 
 
 
 
 

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

O estilo barroco em Santa Maria da Feira

Arte Barroca

A Margarida Fonseca, aluna do 6ºA, andou a pesquisar a existência de marcas do barroco em Santa Maria da Feira. Concluiu que existem alguns exemplos artísticos e arquitetónicos na cidade. Eis o resultado desse trabalho:

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

VESTÍGIOS ROMANOS
EM
SANTA MARIA DA FEIRA

No concelho de Santa Maria da Feira denominado pelos Romanos de Civitas Sanctae Mariae, há muitos vestígios deste povo que podemos visitar, tais como pontes, estradas e alguns castros com caraterísticas de construção típica desta civilização.
Castro de Romariz
Apesar do castro datar de cerca de 500 A. C, entre os vestígios arqueológicos encontrados, evidenciam-se um forno de cozer pão, a parte superior de uma coluna com o seu capitel, algumas mós e curtos vestígios de tijolo e telhas que reforçam a tese da presença dos romanos. As construções retangulares que foram acrescentadas às arredondadas, bem como por todas as técnicas de construção e decoração tipicamente romanas também são evidências desta ocupação...

Castelo da Feira
Não há mais pequena dúvida de que o Castelo de Santa Maria da Feira, tal como o vemos e conhecemos, representa a última de uma longa série de construções que, naquele mesmo local, se foram sucedendo durante centenas ou milhares de anos, como guardiãs dos bens das populações que nas suas vizinhanças se estabeleciam. A dinâmica da romanização ibérica exigiu fortalezas de maior ou menor importância, como castros e castrejos, pelo que parece lícito supor que fossem os romanos quem primeiro alicerçou o originário monumento que, segundo se pensa, consistira num templo fortificado. Tal suposição fundamenta-se nas três aras romanas cujas mensagens traduzem as honras aos deuses Tueraeus e Bandevelugus Toiarecus. Poderemos fundamentar-nos também num arco romano, existente ao fim da praça de armas, precedendo a porta principal da torre de menagem, cujas características nos apontam cerca de vinte séculos de história...

Calçada romana
Pelo concelho de Santa Maria da Feira existem várias calçadas e estradas que seguem os traçados das Vias Romanas como por exemplo em Souto Redondo, Fiães, S. João de Ver entre outras…

Lancóbriga (Fiães)

O Castro de Fiães é um povoado fortificado castrejo. Possui uma longa cronologia de ocupação que abarca o período proto-histórico à ocupação romana. Localizado num monte com o mesmo nome na freguesia de Fiães, o Castro de Fiães apresenta um núcleo mais antigo que teria terminado em meados do Século I, que evoluiu para um outro que teve grande desenvolvimento, sobretudo nos séculos IV e V. Pensa-se que este castro possa ter sido a mítica povoação de Lancóbriga conforme referência no traçado romano da via que ligava Braga a Lisboa. Segundo o itinerário antonino a distância que ligava Cale (Gaia) a Lancóbriga era aproximadamente a que separa Gaia de Fiães.

Podemos concluir que no nosso concelho temos a oportunidade de no nosso dia-a-dia podermos conviver com o legado que os Romanos nos deixaram e assim compreender melhor as nossas raízes.

Bibliografia:
  • Vários sites (Infopédia e Wikipedia)

Trabalho de:
Rafael Pais (5ºA) 




quinta-feira, 14 de novembro de 2013


Vestígios do tempo dos povos recoletores em santa maria da feira

Classificada, em 1997, como "Imóvel de Interesse Público", a "Mamoa da Quinta da Laje" encontra-se junto à estrada nacional, nas proximidades da localidade de Pigeiros.
 
 



Anta ou dólmen
Localizada em Pigeiros, Santa Maria da Feira



Realizado por: Bruna e por Catarina                                               

FIM

segunda-feira, 3 de junho de 2013

O meu avô combateu na Guerra Colonial

A Cristiana Reis, do 6ºI, entrevistou o seu avô sobre a sua experiência como soldado nesta interminável guerra.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

A escola: antes, durante e após o 25 de abril

Antes, durante e depois do 25 de abril de 1974 
O ensino antes do 25 de abril 
Entrevista a Esmeralda da Silva (minha avó)

Como era a escola no tempo de Salazar?

O ensino era administrado em separado, havia escolas masculinas e femininas. O programa escolar era muito sobrecarregado com várias disciplinas: Português; Matemática; História de Portugal; Geografia de Portugal e Províncias Ultramarinas; Ciências da Natureza e do Corpo Humano; Desenho (passava-se o ano inteiro a desenhar um vaso ou pote); EMRC. Os alunos tinham que decorar tudo muito bem, porque se falhavam havia uma régua e uma cana para avivar a memória. Nas salas de aula havia muita disciplina. Havia silêncio e ninguém se levantava do lugar sem autorização. Ida à casa de banho? Só nos intervalos. Trabalhava-se numa lousa de ardósia e raramente no caderno, que ficava na escola. E havia crucifixos nas salas de aulas. Pelo menos uma vez por ano havia uma festa na escola. Havia convidados da capital que faziam discursos e nos intervalos os alunos cantavam uma canção ou recitavam um poema. Havia pouca afetividade entre os alunos e professores.

Teve alguma experiencia com a PIDE?
Não.

Durante o dia de 25 de abril de1974, o que que aconteceu nesse dia?
Os alunos, os professores e os funcionários de manhã foram surpreendidos pela notícia de que estava a acontecer uma revolução. Para ser mais explícita, foi pelas 9 horas da manhã. Havia pessoas que estavam a falar muito baixinho sobre a revolução. De hora a hora ligavam o rádio para saber informações da revolução que eram dadas pelos revoltosos do MFA. No final do dia, anunciou-se na rádio e na televisão que o MFA tinha tomado o governo e que tinha acabado a ditadura.

E depois do 25 de abril?
A partir daí houve muitas mudanças no ensino e não só. Os alunos começaram a organizar-se em associações de estudantes e a ir a reuniões e os pais também. Os pais começaram a intervir mais na escola. E também a haver liberdade de expressão, deixou de haver a censura e a PIDE.
Entrevistada: Esmeralda da Silva (minha avó).

Trabalho realizado por: Patrícia Costa Pereira; Nº 17; Turma: 6ºA

A escola antes e depois do 25 de abril

O Alexandre (aluno do 6ºA) quis saber como era a vida escolar antes da revolução de 25 de abril de 1974. Então, decidiu entrevistar o seu avô a fim de satisfazer a sua curiosidade. Parece que conseguiu. O que o seu avô lhe disse foram verdadeiras revelações. O Alexandre não fazia ideia que a escola há quarenta ou cinquenta anos fosse tão diferente da atual. Leiam com atenção este seu trabalho.

terça-feira, 9 de abril de 2013

O meu avô e a Guerra Colonial

A Margarida, do 6ºA, quis saber se, na sua família, alguém viveu diretamente a experiência terrível da guerra colonial. Descobriu que o seu avô materno foi militar e combateu neste conflito militar, causador de milhares de mortes, feridos e estropiados. Da conversa que teve com ele, resultou o trabalho que se segue:

terça-feira, 22 de janeiro de 2013


O Museu do Convento dos Lóios
veio à escola falar sobre:

OS CASTROS

        A minha última aula de História do 1º período foi diferente. Aprendemos outras curiosidades e tivemos uma pessoa nova a explicar-nos. Veio do Museu do Convento dos Lóios, aqui em Santa Maria da Feira.
        Falou-nos sobre o Castro de Romariz e o modo como foi descoberto. Fiquei a saber que um pastor, ao apanhar pasto para o seu gado, achou um pote com moedas de ouro. Logo correu para a sua aldeia para contar a sua descoberta.
        Também nos contou algumas histórias antigas sobre outros castros.
        Ensinou-nos como é que os historiadores estudavam os castros e o que tinham de escrever nos seus pequenos livros, antes e depois de mexerem num objecto pertencente ao castro. Observámos também imagens de um castro a ser investigado pelos historiadores.
        Adorei esta aula e aprendi muito com ela!!!
 
Maria Inês Gonçalves Barbosa, 5ºA (dezembro-2012)

 

                                                            

 

sábado, 19 de janeiro de 2013


“O Museu vai à Escola”

       No dia 13 de Dezembro de 2012, a técnica do Museu Convento dos Lóios, Teresa Nunes, veio à nossa escola dar-nos a conhecer este Museu, e mais propriamente, o Castro de Romariz.

         Ela explicou-nos que o Museu Convento dos Lóios era um local dedicado à história de Santa Maria da Feira.
         A D. Teresa disse-nos que o Castro de Romariz se localizava no Monte Castro e que atingia os 375m de altitude. O Castro de Romariz era um povoado fortificado. A sua datação é do Bronze Final e o povo que lá vivia eram os Turdúlos Velhos, chegados do sul da península. O Castro também tinha muralhas e fossos, que serviam para sua defesa. Alguns vestígios das muralhas ainda são visíveis. Depois da ocupação romana as famílias decidiram abandonar as suas casas e foram viver para as terras planas, onde se encontravam as suas terras férteis.

         O Castro de Romariz também tinha um tesouro… Foi encontrado em 1843 por um agricultor de Romariz, que andava a apanhar mato para o gado, quando, de repente, tocou num pote e… encontrou o tesouro.

         Entre 1940 e 1946 começaram as explorações, mas só mais tarde entre 1980 e 1982, é que começaram mesmo as escavações arqueológicas. Nelas descobriram-se várias coisas tal como um Cartibulum, que é uma mesa em Latim.
                          Trabalho realizado por Gabriela Folha, nº 12, 5ºB

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Vestígios romanos em Santa Maria da Feira

O Castelo da Feira é um dos vestígios mais conhecidos da passagem dos Romanos em Santa Maria da Feira. Aqui, foram encontrados alguns vestígios desse tempo. No início do século XX, foram encontradas duas aras de pedra romanas que continham mensagens religiosas em latim e recentemente foram encontrados alguns objectos, como ânforas e moedas. Nos castros de Romariz e de Fiães também foram encontrados objectos de ocupação romana, como por exemplo vasos cerâmicos e mós. Temos mais vestígios romanos no lugar das Airas, em São João de Ver, onde ainda existem cerca de 50 metros duma calçada de uma via romana. Para terminar, pensa-se que a antiga cidade romana de Lancobriga se situava na actual localidade de Fiães, no Monte de Santa Maria. Pesquisa de Ana Luísa, 5ºB
A Praça de Armas do Castelo da Feira
As duas Aras Romanas no Castelo da Feira
Alguns vestígios romanos em exposição no Castelo da Feira
A calçada romana no lugar das Airas em São João de Ver

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Museu do Convento dos Lóios

Um museu que "conta" a história de Santa Maria da Feira

segunda-feira, 14 de maio de 2012

DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS - 18 DE MAIO

No dia 18 de maio comemora-se o Dia Internacional dos Museus e, a 19 de maio, a Noite dos Museus.
Os museus e palácios do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC) e outros da Rede Portuguesa de Museus (RPM) estarão abertos nestas ocasiões proporcionando aos visitantes um conjunto de iniciativas muito variadas, com entrada gratuita.
. 18 de maio - das 10h00 às 18h00
.
19 de maio - das 18h00 até por volta das 24h00
Fica a par das novas exposições, visitas temáticas, palestras, oficinas, espetáculos e outras ofertas culturais que podes encontrar nas diferentes regiões do país, através:
MINI-SÍTIO do Dia Internacional dos Museus e da Noite dos Museus 2012
Não te esqueças que na tua localidade tens excelentes museus. Aproveita e visita-os.

segunda-feira, 7 de maio de 2012


Relatório

Visita de Estudo
Museu do Convento dos Lóios

 
No dia 20 de março de 2012, os alunos do 5.ºA realizaram uma visita de estudo, organizada pelo professor de História e Geografia de Portugal, ao Museu do Convento dos Lóios, em Santa Maria da Feira.
Os objetivos propostos no guião para a visita, eram os seguintes:

Ø  Conhecer melhor o passado histórico da região onde vivemos;

Ø  Aprofundar os conhecimentos que adquirimos nas aulas de História e Geografia de Portugal;

Ø  Reconhecer a importância do Museu para o conhecimento e preservação do património histórico da região;

Ø  Desenvolver o espirito de curiosidade e o gosto de aprender;

Ø  Respeitar e defender o património histórico.

Começamos a visita de estudo numa sala que nos levava a 3000 anos atrás. À direita observamos um mapa do nosso Concelho com achados arqueológicos.No outro lado, dentro de uma vitrine, vimos machados polidos em pedra, encontrados em Espargo.
Já estávamos nos anos 1500 e 2000 e reparámos numa maquete do Castro de Romariz, habitado por comunidades agro-pastoris. Os arqueólogos tinham achado em Romariz, cerâmicas, vidros, machados, facas, moedas…
Quando avançamos no tempo, vimos uma maquete de uma casa Romana.
Nela vimos uma porta secundária e uma porta principal. No telhado, a substituir o colmo já tinha telhas, e as casas já eram retangulares e quadrangulares…
Também verificamos que os Romanos nos deixaram muitas heranças (Romanização) como a moeda, os pesos de tear, o Latim…
De seguida, fomos para outra sala com achados arqueológicos do Castro de Fiães. Vimos fusaiolas fabricadas a partir da reutilização de fragmentos de recipientes, patelas em argila para jogo ou para transformação em fusaiolas. Gostei de ver o Tesouro de Fiães com moedas Romanas…  
Ao terminar a visita, a guia que nos estava a acompanhar disse-nos que o Castelo da Feira é da época medieval e que antes de existir o Castelo aquele lugar era ocupado por povos de outras regiões.

Conclusão
Gostei da visita. Para além de já conhecer aquele local, fiquei a conhecer vestígios arqueológicos de povos que já habitaram na nossa região. Aprendi coisas novas e percebi como o museu é importante para o conhecimento e preservação do património histórico da minha região.

Bibliografia
Caderno Diário de História e Geografia de Portugal.

Roteiro do Museu Convento dos Lóios, Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, 2008.

Beatriz Lourenço Godinho, nº3, 5ºA

6 de abril de 2012

Visita de Estudo
ao
Museu do Convento dos Lóios

No dia 23 de Março, o 5ºC da Escola EB 2/3 Fernando Pessoa fez uma visita de estudo ao Museu do Convento dos Lóios, no âmbito das disciplinas de História e Geografia de Portugal e Estudo Acompanhado, com o objetivo de aprofundar os conhecimentos adquiridos nas aulas de História e Geografia de Portugal.
Neste relatório vou falar sobre como correu esta visita de estudo.
Quando chegámos ao local, a senhora que nos ia acompanhar na visita estava à nossa espera. Começou a falar sobre o que iríamos ver no museu. Disse-nos que iríamos observar vestígios deixados pelos povos agro-pastoris no nosso concelho.
Começámos por observar um mapa que mostrava os locais do concelho de Santa Maria da Feira onde se encontraram os objectos expostos. Vimos machados, pontas de lança e outros objectos. Mas, o que chamou mais a atenção foi uma estátua em pedra. Chamava-se estela e surgiu em S. João de Vêr.
Logo de seguida fomos para outro local, onde se encontravam vestígios deixados pelos povos agro-pastoris no Castro de Romariz.
Estes povos viviam em montes para se poderem proteger melhor. A instrutora disse-nos que as comunidades agropastoris saíam das suas casas que estavam nos montes e desciam para trabalhar nos campos agrícolas.
Também vimos alguns fragmentos de objetos que apareceram no Castro de Romariz, e ouvimos uma explicação sobre este castro, que ficou romanizado quando os romanos o invadiram.
O 5º C também ficou a saber que os romanos trouxeram o latim para o Castro de Romariz. Visualizámos a maquete de uma casa romana, de acordo com as ruínas lá encontradas. Ficámos a saber que nessa casa romana foi encontrada uma mesa que servia para colocar algumas ofertas aos visitantes. Esta mesa é de pedra e está exposta no museu. Todos ficaram maravilhados. Os romanos foram muito importantes.
Observámos algumas espécies de louças e objetos que também são utilizadas no nosso dia-a-dia, como púcaros, pratos, os pregos…
Por fim, fomos para outra sala onde estavam alguns vestígios deixados no Castro de Fiães.
A monitora falou-nos um pouco de Conimbriga e disse-nos que esta cidade romana era semelhante ao Castro de Romariz e ao Castro de Fiães.
O 5º C depois viu anéis, moedas,…mas também observámos dois altares que se chamam aras votivas. Um altar foi oferecido ao deus Júpiter.
Vimos alguns objetos do Castelo de Santa Maria da Feira e também ficámos a saber que debaixo do Castelo existem marcas da ocupação humana.
Depois tivemos de vir embora, mas antes tirámos duas fotografias em grupo.
Eu gostei de tudo e acho que esta visita foi muito interessante, mas eu queria ter ficado lá mais tempo.

Francisca, 5ºC